E se o problema não for a falta de uma saída?

E se você estiver fugindo daquilo que precisa atravessar?

A gente costuma chamar de proteção aquilo que, muitas vezes, é apenas um padrão conhecido.

Evitar conversas.

Engolir sentimentos.

Adiar decisões.

Permanecer onde já não faz sentido.

Repetir comportamentos que machucam e, ainda assim, parecem mais seguros do que mudar.

O conhecido pode até ser desconfortável.

Mas o desconhecido assusta.

Por isso, mudar não é simplesmente “querer”.

É reconhecer padrões, compreender o que os sustenta e construir novas formas de responder à própria vida.

A terapia não abre a porta para você.

Ela pode ajudar você a entender por que ainda não conseguiu atravessá-la.

E talvez essa seja a pergunta que você esteja evitando:

O que você já sabe que precisa enfrentar, mas continua adiando?

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